Editor Bringhenti

CAPÍTULO 9

A Melhor Interpretação

Aprendendo a Palavra de Deus

O assunto deste artigo é sobre gênesis 1:26, onde o senhor Deus diz: façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança.

Os assembleianos, os batistas, os presbiterianos e muitos outros seguimentos cristãos admitem que o criador é um ser trino (uma unidade composta), tendo em vista que o respectivo nome está no plural, e sempre seguido de verbo no singular. Isto nos permite admitir que cada um de nós é constituído de três partes, pois somos espírito, alma e corpo (1ª aos tessalonicenses 5:23). Com essas palavras, podemos afirmar que somos semelhantes ao ser que nos criou, e semelhança não é igualdade. Quem estuda, ou estudou geometria, já ouviu falar de figuras semelhantes. Essas figuras são iguais, apenas quanto à forma, porém diferentes quanto à grandeza. Por exemplo: o sol e a lua têm a mesma forma corpórea, mas em se tratando de tamanho e grandeza, sabemos que o "astro rei" é muito maior e mais poderoso.

Pois bem. O que dissemos até agora, refere-se a igualdade e semelhança. Porém, o nosso objetivo é provar que Deus estava só, quando disse: façamos o homem.

Em relação ao texto em análise, os arianos afirmam que Deus falava com o próprio filho, pois, segundo eles, Jesus não é Deus, mas apenas o primeiríssimo e mais poderoso de todos os seres racionais que o senhor Deus criou. Quanto a isso, perguntamos: se para trazer à existência o mais poderoso de todos os racionais o senhor Deus não dependeu de ajuda, como então dependeria ao criar um simples mortal?

Como vimos, os argumentos dos arianos não tem respaldo bíblico, pois as respectivas ideias sugerem que o criador fosse submisso a alguém ou dependesse de ajuda.

Enfim, terminamos, afirmando que o soberano falava com ele mesmo; assim como, algumas vezes falamos com nós mesmos.

Irmão Dionísioirmaodionisio.com.br

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