Quando Cristo ocupa o centro, a sexualidade deixa de ser um território de culpa.
Mas também deixa de ser um território sem limites.
A oração deixa de ser uma ferramenta de fuga.
A batalha espiritual deixa de ser uma fórmula.
A experiência pessoal deixa de ser automaticamente uma doutrina.
O casamento deixa de ser apenas uma instituição.
E começa a ser compreendido como uma aliança que precisa ser cuidada.
Tudo encontra seu lugar.
E talvez essa seja uma das marcas da maturidade: não precisamos transformar tudo em algo extraordinário.
Podemos simplesmente viver a verdade.