Agora volte à pergunta inicial.
Talvez você tenha aprendido a separar coisas que Deus não pediu que fossem separadas.
Oração. Casamento. Corpo. Espírito. Intimidade. Santidade.
Mas existe uma maneira mais madura de olhar para tudo isso.
Não precisamos colocar Deus fora do casamento.
E também não precisamos transformar o casamento em uma experiência mística.
Não precisamos ter medo do corpo.
E também não precisamos ser governados pelos desejos.
Não precisamos rejeitar experiências pessoais.
Mas também não precisamos transformá-las em Escritura.
Precisamos de discernimento.
Precisamos de maturidade.
Precisamos de verdade.
E precisamos de Cristo.
Porque no fim de todas as perguntas existe uma verdade que permanece:
“Se alguém está em Cristo, é nova criatura.”
Não é a experiência que define a nova criatura.
Não é o orgasmo.
Não é uma visão.
Não é um portal.
Não é uma sensação.
É Cristo.
E quando Cristo começa a ocupar o centro, algo muda.
Você começa a olhar para o casamento de outra maneira.
Para seu corpo de outra maneira.
Para seus desejos de outra maneira.
Para suas tentações de outra maneira.
Para sua própria identidade de outra maneira.
Você deixa de perguntar apenas: “O que posso fazer?”
E começa a perguntar: “Quem sou eu em Cristo e como alguém com essa nova identidade viveria?”
Essa pergunta pode acompanhar você por muito tempo.
Talvez até amanhã.
Talvez até a próxima conversa com seu cônjuge.
Talvez até o próximo momento de tentação.
Talvez até o próximo conflito.
Talvez até a próxima oração.
E, pouco a pouco, você perceberá:
A transformação não acontece apenas quando sentimos alguma coisa extraordinária.
A transformação acontece quando começamos a viver de acordo com a nova vida que recebemos em Cristo.
E é isso que eu quero que você leve deste capítulo.
Não um portal.
Não uma fórmula.
Não uma experiência.
Cristo.
E, nEle, uma nova identidade.