Editor Bringhenti

CAPÍTULO 3

Consentimento não é detalhe

Quando a Intimidade Encontra a Vida com Deus

Observe novamente: “por consentimento mútuo”.

Essa pequena expressão carrega um princípio enorme.

O casamento não deveria ser construído sobre coerção.

Não deveria existir uma espiritualidade usada para obrigar o outro.

Não deveria existir: “Você precisa fazer isso porque eu quero.”

Também não deveria existir: “Você não terá intimidade comigo porque eu decidi que preciso ser mais espiritual.”

O texto aponta para uma decisão compartilhada.

Isso nos ensina que espiritualidade e relacionamento não podem ser separados da responsabilidade de amar o outro.

O cônjuge não é um instrumento para satisfazer minhas necessidades.

E também não é alguém que posso manipular para atender às minhas exigências espirituais.

Existe uma pessoa ali.

Existe uma história.

Existe uma dignidade.

Existe uma aliança.

Existe alguém que precisa ser ouvido.

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