Editor Bringhenti

CAPÍTULO 35

Temos que Guardar o Sábado?

Aprendendo a Palavra de Deus

O assunto sobre este artigo pode ser definido em poucas palavras.

Sem dúvida alguma, os assembleianos, os batistas, os católicos, os metodistas, os presbiterianos e outros seguimentos cristãos admitem que o Senhor Jesus é o próprio Deus, que viveu entre nós em forma de homem, assim como, nessa mesma forma, conversou com Adão, no jardim do Éden e com Abraão, nos carvalhais de Manre. Esse modo de o Senhor Deus se relacionar com os humanos decorre do fato de que o Criador não pode ser visto na sua essência (Êxodo 33:20). Eis a razão por que Cristo se esvaziou de sua Glória (Filipenses 2:7) e viveu entre nós, em forma de homem, sem deixar de ser Deus. Esse fato pode ser definido com a seguinte ilustração: Uma barra de ferro em ponto de brasa pode nos causar dano; porém, ao esfriar, será possível apalpá-la, sem danificar nossas mãos.

Os argumentos que apresentamos no início deste artigo têm por objetivo mostrar que Jesus, sendo o próprio Deus, revogou a lei que exigia a guarda do sábado. As passagens de Mateus 12:1-12, Marcos 2:23-28 e Lucas 6:1-5, bem, como João 13:34,35 e Hebreus 9:11-15 provam que a observância do sábado não tem respaldo bíblico; restando, apenas, o que o Senhor Jesus disse: Um novo mandamento eu vos dou: que vos ameis uns aos outros. Essas palavras de Cristo deixam claro que a ideia de reverenciar o sétimo dia foi abolida, e podemos afirmar que a mesma não tem respaldo bíblico, com base nas palavras do Senhor Jesus, que, como sabemos, é o próprio Deus, que viveu entre nós em forma de homem (Filipenses 2:7 e Gênesis 18:1,2).

Enfim, terminamos, desejando a todos um bom aproveitamento deste nosso periódico!

Irmão Dionísioirmaodionisio.com.br

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