Essa verdade precisa alcançar profundamente a mente.
Uma pessoa pode experimentar um pensamento e não ser aquele pensamento.
Pode sentir um desejo e não ser aquele desejo.
Pode enfrentar uma tentação e ainda assim permanecer fiel.
A identidade cristã não é determinada por cada impulso que aparece.
Paulo diz em Gálatas 5:24: “E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.”
Existe aqui um chamado à nova vida.
Não significa fingir que desejos não existem.
Significa não permitir que eles assumam o governo da existência.
29. A verdadeira liberdade
Liberdade cristã não é: “Posso fazer tudo o que desejo.”
Liberdade também não é: “Preciso ter medo de tudo o que desejo.”
Liberdade é poder viver debaixo da verdade.
É poder dizer: “Eu não sou escravo dos meus impulsos.”
Isso é domínio próprio.
Isso é maturidade.
Isso é liberdade.
30. O casamento como lugar de santificação
Não quero dizer que o casamento seja perfeito. Não é.
Existem conflitos. Existem diferenças. Existem feridas. Existem dias difíceis.
Mas o casamento pode se tornar um dos lugares onde aprendemos a praticar aquilo que dizemos acreditar.
Aprendemos paciência.
Aprendemos serviço.
Aprendemos perdão.
Aprendemos humildade.
Aprendemos fidelidade.
Aprendemos a amar quando não estamos recebendo exatamente o que queremos.
E isso também é transformação.