Agora chegamos a uma parte delicada.
Existem pessoas que relatam experiências extraordinárias durante a oração. Outras relatam visões. Outras falam sobre sonhos. Outras descrevem sensações profundas. E algumas relatam experiências espirituais relacionadas à intimidade conjugal.
Como devemos lidar com isso?
Com equilíbrio.
Nem todo relato precisa ser ridicularizado.
Mas nem todo relato precisa se transformar em doutrina.
Existe uma diferença entre testemunho e revelação normativa.
Uma pessoa pode dizer: “Eu vivi isso.”
Podemos ouvi-la.
Podemos perguntar o que aconteceu.
Podemos compreender o significado que aquilo teve para ela.
Mas precisamos continuar perguntando: “O que a Escritura realmente afirma?”