Se alguém diz: “Durante o orgasmo eu tive uma visão de um portal espiritual.” Isso é um relato.
Mas não encontramos em 1 Coríntios 7:5 uma afirmação dizendo que o orgasmo abre portais espirituais.
Portanto, precisamos distinguir as coisas.
Podemos respeitar a experiência sem transformá-la em doutrina.
Isso é discernimento.
A experiência pertence à pessoa que a viveu.
A doutrina precisa estar fundamentada na Palavra.
Essa distinção protege a Igreja, protege famílias, protege pessoas emocionalmente vulneráveis e também protege a própria mensagem do Evangelho contra exageros.